A baladinha…

– Alô?
– Oi filha!
– Tudo bem?
– Tudo. O que foi?
– Ah nada sério, mas o pessoal está indo para uma baladinha e eu não estou afim de ir. O que eu faço?
– Agatha, nem brinca! Se você não for, vou até ir te buscar!!

(…)

Todo mundo que me conhece, sabe que de uns anos para cá minha paixão por ir na balada decaiu consideravelmente (já perdi a conta quantas vezes dormi dentro de uma rs), por isso vocês devem entender minha animação toda a vez que a Tati, amiga que está me hospendando em Estocolmo, mencionava que estava super animada para me levar em uma aqui. Nunca falei que eu não estava sem um pingo de vontade de ir, para não colocar ela para baixo, mas o fatídico dia chegou (no domingo) e eu tratei de me enfiar no quarto e fingi que estava dormindo hehe. Obviamente não deu certo… Ela chorou, chorou, e chorou e eu nada de mudar de ideia. “Ai Tati, você sabe como não gosto de balada” eu disse. Quem me conhece também sabe que sou bem teimosa, por isso ela logo desistiu. Mas fiquei com uma pulguinha atrás da orelha (afinal não é qualquer dia que você está em Estocolmo), e resolvi ligar para a Mamis, aquela que sempre diz a verdade, o que resultou na conversa do começo do post. Depois dessa não tem como ficar em casa, né? Pois lá fui eu, tomar banho, escolher roupa, arrumar o cabelo, fazer maquiagem…

Tudo estava bem, todos estavam prontos, eu estava decidida a me divertir, o pessoal fazendo o esquenta (já eu decidi que se eu ia para a balada, lembraria dela completamente), mas por causa de um amigo da Tati atrasado, acabamos saindo de casa depois da 00:30. Imaginem!! Detalhe: estavámos indo de metrô. Resultado: perdemos o último metrô e precisamos esperar o ônibus que levava 55 minutos para chegar na balada (mentira, 2 ônibus). Até aí tudo bem, no problem. Mas enquanto estavámos dentro do primeiro ônibus, não é que começa a chover? Ai ai. O melhor fui eu tentando colocar na minha cabeça como eu poderia tirar a melhor proveito da situação.

No final, chegamos na balada (bem molhados, mas o cabelo protegido pelo casaco, é claro!) lá pelas 2h e pouco. E posso falar uma coisa? O lugar valeu por todos os problemas! Imaginem que a balada era dentro de um barco atracado no porto de Estocolmo. Simplesmente incrível! Especialmente para mim que nunca pisei em um barco/navio/lancha. Super diferente e Europeu. Delícia! E o lugar também não estava super lotado, o que deixa as coisas melhores ainda! Tirei muitas fotos, fiz alguns vídeos, dancei bastante, e no final até me diverti. Fomos embora lá pelas 4h por causa do cansaço, mas foi exatamente perfeito. Aqui vai algumas fotos e um vídeo para ilustrar melhor….


Parte superior cheia de gente. Não ficamos muito tempo por lá.


Parte inferior, pista. Isso é um homem de cera, legal né?


Ai não, né? Ninguém merece…


Look do dia no banheiro hahaha


Parte inferior, bar. Dá para ver o ar de barco?


Eram 4h da manhã, tá? Incrível esse céu, né?


Só para ilustrar meu frio.

Mas não vou falar que a partir de agora vou ir para todas as baladas toda hora, porque esse é provavelmente um dos meus últimos desejos. A música ainda não é das melhores  (esse papo de House não é comigo), e as pessoas são muito promíscuas e bêbadas (MENINAS, que tal um pouco de auto respeito, heim?), mas foi uma experiência legal e um dia que não vou esquecer. Estocolmo é tão linda de madrugada no verão…

Anúncios

Uma resposta em “A baladinha…

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s